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Conhecida por suas franjas, franqueza e por trabalhar com autores como Luca Guadagnino, Dakota Johnson consolida seu estrelato no cinema em Madame Teia, da Marvel.

Você pode pensar que conhece Dakota Johnson. Talvez você pense nela como uma estudante de Stanford que venceu a batalha de conquistar o carisma de Justin Timberlake no filme A Rede Social, de David Fincher, ou como a humilde e tímida leitora Anastasia Steele, que descobre o mundo do BDSM na trilogia de Cinquenta Tons de Cinza. Ela também é uma potência nos filmes independentes: musa do diretor Luca Guadagnino em Um Mergulho no Passado e em Suspiria, e inesquecível no papel de uma mãe sobrecarregada na aclamada adaptação do livro de Elena Ferrante, A Filha Perdida, de Maggie Gyllenhaal. Mais recentemente, ela estreou no prodígio da Geração Z, de Cooper Raiff, Cha Cha Real Smooth, que foi produzido pela empresa de Johnson e Ro Donnelly, TeaTime Pictures.

TeaTime não é o único empreendimento de Johnson: ela também é sócia e atua como diretora co-criativa da Maude, uma marca de bem-estar sexual conhecida por seus vibradores poderosos e de design simples, que a marca abrevia para vibe.

Ou talvez você conheça Johnson como a rainha do sarcasmo, com suas piadas sobre dormir por 14 horas por dia, suas mentiras sobre limões, ou sua entrevista animada com Ellen Degeneres, onde levou a internet a loucura em 2019 quando falaram sobre o convite para seu aniversário.

É dificil estrelas atuais de Hollywood passarem por aqui, mas Johnson, que vem de uma família hollywoodiana (filha de Don Johnson e Melanie Griffith), possui a energia, o gosto, a versatilidade, uma honestidade brutal e um humor ácido de um ícone antigo de Hollywood, como Katharine Hepburn.

Marisa Meltzer falou com Dakota Johnson sobre seu mais novo lançamento, Madame Teia, que, para aqueles não familiarizados com o mundo Marvel, é uma historia independente da historia original. Johnson é Cassandra Webb, uma paramédica nova-iorquina que desenvolve habilidades de clarividência e se reconecta com seu passado. O enredo psicológico tambem traz Sidney Sweeney, Mike Epps, Emma Roberts e Adam Scott.

Continue lendo para ouvir sobre o momento inaugural de Johnson na Marvel, seus superpoderes pessoais, um discurso retórico sobre a covarde indústria do entretenimento e seus pensamentos sobre o estado da educação sexual na América.

Marisa Meltzer: Ouvi dizer que você adora chupar picolé enquanto toma banho de banheira.

Dakota Johnson: Você já fez isso? É uma atividade fabulosa. Um picolé e uma banheira quente é uma experiência sensacional.

MM: Não, mas vou tentar. Vamos falar sobre Madame Teia. Como você acabou envolvida nisso? Você estava tipo, eu quero fazer parte de uma franquia de super-heróis e agora é a hora para isso?

DJ: Estou sempre aberta para tudo. Não discrimino gêneros de filmes quando se trata de como escolho as coisas ou o que faço. Li que isso seria feito em breve, e achei interessante uma super-heroína em que seu superpoder é a sua mente, e, principalmente, ela é uma mulher. Isso é algo que eu realmente apoio. É muito real pra mim, é muito real e sexy.

MM: Espere, você poderia explicar isso?

DJ: Bom, eu acho que a mente feminina é incrivelmente poderosa, então acredito que faz todo sentido com a super-heroína. É mais um filme psicológico. Ele é um filme de partida da Marvel, pois as vezes é otimo ter esse outro universo e galáxias fazendo coisas irreais em lugares irreais. Pode ser uma fuga e é divertido. Antes de Madame Teia ser a Madame Teia, ela é paramédica e está na linha de frente, ela é uma super-heroína todos os dias. Pensei que era algo diferente. Nunca fiz algo assim antes.

MM: Como você decide as partes que fará? Há diretores lá que voce gostaria de trabalhar? Acha que trabalhará com Luca Guadagnino de novo?

DJ: Absolutamente. Conversamos sobre algumas coisas. Mas sim, certamente as coisas acontecerão.

MM: Com a sua produtora, TeaTime, parece que você está bombando com seus projetos. Como você decide os projetos que quer trabalhar, há alguma linha de raciocínio que você segue?

DJ: Estamos começando a ter uma linha de base. Não temos um padrão ou algo assim. Pra mim, o que mais importa, é que todos os filmes tenham mulheres poderosas no centro. Eles são muito complicados. Eles são muito detalhados. Eles são muito matizados.

MM: Você tem que desenvolver seus próprios projetos se quiser esse tipo de personagem? Simplesmente não há um número suficiente deles ou você apenas gosta desse lado da produção?

DJ: Ainda estou descobrindo o que é sombrio nessa indústria. É majoritariamente desanimador. As pessoas que administram plataformas de streaming não confiam em pessoas criativas ou artistas para saber o que vai funcionar, e isso só vai nos fazer implodir. É realmente comovente. É tão difícil. É tão difícil fazer qualquer coisa. Todas as coisas que estou interessada em fazer são realmente diferentes, únicas e muito avançadas em tudo o que são. Fizemos um filme chamado Daddio que foi vendido em Telluride para a Sony Classics, o que foi incrível, mas foi preciso muita luta para fazê-lo. As pessoas estão com tanto medo e eu fico tipo, por quê? O que acontecerá se você fizer algo corajoso? Parece que ninguém sabe o que fazer e todos estão com medo. É assim que parece. Todo mundo que toma decisões tem medo. Eles querem fazer o que é seguro, e o que é seguro é realmente chato.

MM: Qual seu próximo projeto?

DJ: Vou fazer um filme pequeno em 2024 com TeaTime. É sobre o luto. É um enredo dificil de contornar, então nem vou tentar, mas é sobre uma mulher lidando com o luto e como ela faz isso de uma maneira específica.

MM: Como você passou pela greve [greve SAG-AFTRA de julho-novembro de 2023]? O que você fez?

DJ: Tive uma crise existencial.

MM: Ok.

DJ: Quer dizer, eu não filmei nada, mas estava trabalhando na produção e no TeaTime. Eu estava meio confuso. Eu estava no Japão. Eu estava em Los Angeles. Eu estava na Europa.

MM: Você foi deu o que falar ao mencionar que dormia 14h. Eu sofro terrivelmente de insônia, então meu sonho seria dormir pelo menos 7 horas seguidas, sem interrupções. Você quer bater algum recorde? Por quanto tempo você realmente dorme?

DJ: Eu disse que poderia facilmente dormir por 14 horas. Não disse que realmente dormia por 14 horas. Eu tenho um trabalho. Seria impossível trabalhar e fazer isso. Então é obvio que há algo errado nisso. Eu amo dormir, mas nao disse aquilo. Estou começando a entender que o sarcasmo não é uma linguagem utilizada pelos jornalistas atualmente, ou se é, é apenas um enfeite. Acho que vou ter que ser literal daqui pra frente.

MM: Também acredito que a maioria dos atores não são, bem… talvez eles sejam mais divertidos no privado, mas não são muito divertidos ou sarcásticos ou muito humorados na maior parte do tempo, pelo menos nao quando são entrevistados. Talvez você está…

DJ: Apavorada com o que acontece comigo o tempo todo? Eles aprenderam, mas eu nao [risadas].

MM: Você não pode simplesmente se ajudar. Sua personalidade brilha através disso.

DJ: Eu sou dramática. Eu sou atriz. Não sei.

MM: Tem um lugar no céu reservado pra você por ter ido no show da Ellen e falado sobre seu aniversário. Foi um momento de gloria.

DJ: Isso vai me assombrar.

MM: Você trabalhou com os direitos de reprodução. As coisas ficaram assombrosas em nosso país. Você enxerga alguma esperança?

DJ: Quer dizer, retrocedemos completamente em termos de direitos reprodutivos, igualdade das mulheres e direitos das mulheres. É tão alucinante. Acho que é difícil articular porque quando Roe v. Wade foi anulado, acho que todos pensaram, ok, bem, isso é uma loucura e será corrigido rapidamente. Claro, não estaremos nesta posição. É claro que esta não será a realidade. Mas depois passam semanas e meses, e cada vez mais mulheres veem negados os cuidados de saúde de que necessitam e que merecem. As mulheres merecem as escolhas que são tão básicas para ser um ser humano neste planeta. Acho que é difícil articular o que sinto e penso agora porque estou impressionada. Estou impressionada e acho isso absolutamente comovente e aterrorizante.

MM: Você também está envolvida com a Maude, uma companhia de bem estra sexual.

DJ: A minha agência na altura me ligou à Éva [Goicochea], que é a fundadora da Maude, porque acho que eles pensaram que nos daríamos bem e também que tínhamos interesses e paixões semelhantes, e tem sido realmente incrível. Assumi como diretora co-criativa e aprendi muito com ela. Também é muito legal e muito importante fazer parte de uma empresa para a qual eu não só adoro os produtos, e eles são lindos, mas também são acessíveis e de qualidade, e são genuinamente voltados para o bem-estar. Eu simplesmente adoro a ideia de que mais pessoas se sintam confortáveis ​​com o bem-estar sexual.

MM: Como você recebeu educação sexual? Foi na escola?

DJ: Tivemos uma aula de educação sexual na sexta serie. Fui pra escola em todos os lugares.

MM: Era estranho ser sempre a novata em algum lugar?

DJ: Nao achava estranho pois era normal pra mim, entao eu nao tinha nada para comparar. [Se eu nunca tivesse me mudado]Eu provavelmente sentiria a diferença, traços mais fortes, como gerenciamento de tempo ou amizades duradouras. Viajei com meu irmão e era o que era. Estávamos nas gravações. Se minha mãe estivesse trabalhando em algum lugar, estávamos lá com ela, sempre viajávamos com um tutor e ele e eu íamos para a escola juntos.

MM: Você tem algum superpoder?

DJ: Se eu tivesse um superpoder, isso surgiria imediatamente. Eu saberia exatamente o que seria.

MM: Isso é verdade. Madame Teia não precisa se preocupar com isso.

DJ: Sim, seria tipo “Bem, obrigada por perguntar. Eu posso voar.”

MM: Ótimo. Vou ligar para o Daily Mail.


Fonte | Tradução: Equipe DJBR



A estrela de Madame Teia, Dakota Johnson, estava inegavelmente sensual ontem a noite enquanto apresentava o Saturday Night Live. Vestida por Kate Young em um Tom Ford (incluindo um bracelete e anel Verdura e argolas Kate Young X Monica Vinader), o visual se complementava com o estilo clássico de Mark Townsend e um sexy esfumado nos olhos assinados pela maquiadora Georgie Eisdell.

Eisdell passou uma semana nos estúdios com Dakota Johnson (a quem chama de DJ), preparando-a para as fotos promocionais da festa pós o programa. “DJ cresceu nesta indústria e ela é legal, tranquila e controlada,” ela disse a Vogue. “Nós realmente ousamos no visual de ontem a noite. SNL é um lugar para se divertir e ela ja tem um estilo sensual desenhado por Kate Young e todo aquele cabelo sexy… a maquiagem obviamente precisava seguir o padrão.”

Para começar, Johnson tirou um momento para meditar. “Dakota realmente cuida de sua pele, o que facilita o meu trabalho,” Eisdell diz. “Mas essa não foi uma semana com um sono de qualidade. Então tiramos um tempo para usar o CurrentBody LED Light Therapy Mask no camarim – isso dá a eles um momento para si mesmos enquanto a pele é preparada seguindo o tratamento. Eu a deixei no camarim dela com a máscara e um cobertor para meditar, então estava a todo vapor.”

Eisdell cita a linha de Victoria Beckham como a marca principal para ajudar a compor o look. Johnson usou sombras ameixa e um marrom acinzentado para um olhar mais marcante, e o The Lip Definer in #2 para um neutro sem muito esforço. “Você não precisa carregar muito pra criar um olho esfumado,” a maquiadora diz. “É tudo sobre o processo da aplicação. Prefiro sombras em creme pois elas são muito mais fáceis de trabalhar. A partir disso, você precisa de um pincel seco, limpo e fofo – isso é importante – colocar a sombra no canto externo dos olhos e entao mover o pincel tipo um limpador de parabrisa de um lado para o outro até que esteja misturada. Então misture mais um pouco. Aprendi que sempre precisa misturar um pouco mais do que você achava necessário.”

E quando chega a parte dos cílios, Eisdell tem uma dica quente: ela anda com um curvador de cílios, mas nunca chegou a usar em uma cliente. “Sou uma grande fã de rímel, e se você usa duas camadas, ele faz o mesmo trabalho,” ela diz. “O segredo é passar o pincel dele formando uma primeira camada e na segunda você molda os cílios da maneira que quer, guiando pra fora e pra cima.”

Ela adiciona que DJ possui “cílios fofos naturalmente,” então achamos que algumas pessoas possuem tudo.


Fonte | Tradução: Equipe DJBR



A narradora e produtora do documentário “The Disappearance of Shere Hite” está fazendo parte do trabalho de sua vida promover o bem-estar sexual.

“Oi. Como vocês estão?

Dakota Johnson acabou de se conectar ao Zoom, juntando-se com a diretora Nicole Newnham para falarem sobre a atual parceria “The Disappearance of Shere Hite”, um documentário revelador sobre o pesquisador sexual cuja jornada de pesquisador independente para sensação midiática a paria cultural seguiu melancolicamente a um familiar arco americano de excitação, celebridade, misoginia um falso esquecimento.

O trabalho mais famoso de Hite “The Hite Report” foi publicado em 1976, resultado de uma pesquisa com milhares de mulheres sobre os mais íntimos – e até agora não contado – aspectos de sua vida sexual, desde como elas se masturbavam a agonizante inseguranças e solidão. Enquanto promovia seu livro, Hite, que morreu em 2020 aos 77 anos, foi agraciada com uma combinação da era mente-aberta dos anos 70 e a fascinação maliciosa. Quando ela ousou desafiar as noções do orgasmo vaginal – insistindo que a estimularão do clitoris era mais efetivo em trazer o prazer feminino – ela foi alternadamente ovacionada, envergonhada e, por ultimo, marginalizada.

Quando Johnson chega ao Zoom, no entanto, ela não quer falar sobre Hite, mas sobre sobre sexo com S maiúsculo – especificamente, o Museu do Sexo em Miami, o qual ela passou 20 horas em um breve passeio. A amostra da exibição é chamada de “Superfunland” referência ao clássico filme “Attack of the 50 Foot Woman”, e “um castelo inflável feito de peitos”.
Johnson foi ao museu como investidora e diretora co-criativa da companhia de bem estar sexual Maude, patrocinadora da próxima exibição “Modern Sex: 100 years of Design and Decency”, o qual aborda a invenção e a comercialização de um século de produtos de saude sexual – incluindo uma copia original do “The Hite Report”.
“A exibição é realmente linda”, Johnson diz a Newnham, “e é meio subversivo, você acha que está vendo a historia sobre sexo, conselhos e advertências mas quando voce vai embora pensando ‘Bom, acho que chegamos longe mas chegamos realmente tão longe assim?’”

Esta é a questão precisa levantada por “The Disappearance of Shere Hite”, que Newnham percebeu depois de ler o obituário de Hite entitulado “Shere Hite: Ela explicou como as mulheres tem orgasmos – e foi odiada por isso”.

“Eu meio que cai da minha cadeira”, lembra Newnham, que co-dirigiu em 2020 “Crip Camp: A Disability Revolution.” “Eu estava simultaneamente me sentindo ultrajada por aquela manchete e fazendo uma viagem no tempo, para quando eu tinha 12 anos e li ‘The Hite Report’ no baú de cabeceira da minha mãe. O livro, ela diz, a convidou para um mundo de “mulheres falando abertamente de sua sexualidade de um jeito que não faziam em outros tempos. Ou, pelo menos, eu não fazia antes.” Isso se tornou “esse baú de tesouros que eu carregarei comigo o resto da minha vida.”
Quando Newnham leu o obituário de Hite, ela diz, “isso me levou a essa toca de coelho imaginando como ela fez o trabalho? Quem era ela? Quem era essa pessoa impossivelmente glamurosa na foto? Como ela criou a si mesma? E qual foi a natureza da retaliação contra ela?” (Depois de suas exibições teatrais acabar, “The Disappearance of Shere Hite” estará disponível para venda em 9 de janeiro.)
Newnham diz que se aproximou de Johnson para fazer a voz de Hite no filme “por conta de atriz maravilhosa que ela é.” Mas, ela acrescenta, direcionada a Johnson, “você tem uma qualidade que me lembra Shere – força e uma feminilidade descarada, e o jeito que você tem navegado em sua presença publica em relação a sexualidade e todas as coisas espinhosas e difíceis que isso traz a tona em um patriarcado.” (Obrigada Johnson, ela diz baixinho.)
O que Newnham não sabia antes era que Johnson ja havia considerado fazer o projeto sobre Hite através de sua companhia de produção, TeaTime Pictures. “Descobrir que você ja amava Share, e que ela ja estava pronta e já era uma figura que você queria celebrar e elevar, você não tem noção do quanto eu estava emocionada,” Newnham lembra. “Porque significa que você se aprofundaria nisso e traria algo que estava fora das minhas capacidades de realmente imaginar no papel. Hite foi assumidamente uma figura teatral, uma auto dramatizadora que se vestia com roupas românticas e fantasiadas e aproveita ao máximo seus looks pré-rafaelitas. Em “The Disappearance of Shere Hite,” Johnson não tenta uma representação vocal de Hite. Ela entrega uma performance muito mais interior, intima e vulnerável.

“Depois que gravamos, eu senti que aquilo que faltava era como ela falava com ela mesma,’ Johnson explica. “E aquilo parecia como uma pessoa inteiramente diferente de conhecer. Eu senti como se eu tivesse experimentado um pedaço de ser expulsa publicamente ou ser mal falada publicamente. E eu não posso imaginar que voz de fora que você ouve dela é totalmente diferente da voz interior que ela tem consigo mesma.” Uma das coisas mais impressionantes sobre “The Disappearance of share Hite” é como a beleza e a aceitação do glamour de Hite operaram em sua vida, fazendo simultaneamente com que ela fosse de uma figura irresistível a alguém que era subestimada intelecto e academicamente consistentemente. Sua aparência era ao mesmo tempo sua moeda e seu maior risco.
“Eu identifico,” diz Johnson rindo.

Quando pedi pra ela falar mais, ela responde “Não sei mais o que dizer.”

HIte sabia “como se usar e usar seu corpo”, Johnson diz, mas isso trouxe um espirito investigativo que ela instintivamente compartilhava. “Eu entendo que posso usar meu corpo, rosto e voz – ou tanto faz – como uma ferramenta para o meu trabalho,” ela diz. “Mas quando eu tinha 23 anos e fiz a audição para ‘Fifty Shades [of Grey],’ eu estava curiosa sobre isso. Eu estava tipo, ‘que dinâmica interessante entre duas pessoas jovens.’ Aquilo era realmente no que eu estava focada, era essa dinâmica sexual, essa dinâmica poderosa, quão profundo o amor muda e molda essas coisas.”

Não passou despercebido a Johnson, 34, que ela faz parte de uma linhagem histórica profundamente entrelaçada com as atitudes restritivas e contraditórias de Hollywood em relação à sexualidade: sua avó, Tippi Hedren, falou sobre a perseguição que sofreu nas mãos do diretor Alfred Hitchcock, e sua mãe, Melanie Griffith, estava a um passo de ser uma musa semelhante para Brian de Palma. Johnson foi dirigida por uma mulher – Sam Taylor-Johnson – em seu papel de destaque em “Fifty Shades of Grey”, sobre uma jovem mulher explorando um romance sadomasoquista com um solteiro rico. Desde então, ela diz, seu trabalho vive rodeado de dinâmicas ao redor de sexo, relacionamentos, poder e autoconhecimento. “Agora estou começando a sentir que isso é parte do trabalho da minha vida,” a atriz diz. “Bem estar sexual, conhecimento, sexualidade feminina, direito das mulheres, direito de reprodução feminino. Isso é parte do trabalho em minha vida que eu estou aqui pra fazer.”
“Eu cresci ouvindo que meu corpo era sagrado e lindo e especial a precisava ser protegido e preservado,” Johnson completa. “Eu acho que é tão importante se disponibilizar a falar sobre sexo e nossos corpos e sexualidade e liberdade de gênero, sem medo, sem qualquer tipo de estigma, e ainda nos mantermos sagrados e com nossos corpos seguros em alto nível e nos mantermos preciosos. E talvez, essa é uma forma de amor próprio.”

Ainda assim, Johnson está ciente de que o discurso ainda ocorre num contexto social que pode não ser tão esclarecido. Visto através de uma lente, um castelo inflável feito de seios é divertido e estimulantemente direto; por outro lado, faz parte de um hábito antigo e duvidoso de reduzir as mulheres às suas partes fetichizadas.

Embora seu assessor diga que ela precisa ir, Johnson insiste em ficar para lidar com a questão. “Eu entendo a ideia de como um castelo inflável de peitos é objetificar as mulheres,” ela diz. “Mas também é realmente lindo. E é como um mundinho pequeno tivesse sido feito. Então você pode olhar pra isso de varias maneiras diferentes.” Ela hesita. “Eu posso ver como o que eu estou dizendo pode ser tornar um pesadelo pra mim em um clique, mas… eu acho que penso que há formas para as duas coisas existirem.”
Newnham se anima. “Acho que isso é parcialmente como fomos apressadas a pensar num julgamento dolorido sobre a sexualidade,” ela diz. “Por isso é tão importante que [Hide] estivesse la fora em talk shows dizendo palavras como ‘estimular o clitoris – não para ser profana, mas apenas para não deixar dolorosamente escondido. Aquela foi uma das coisas mais avassaladoras para mim, o fato de que aquelas conversas estavam acontecendo nos anos 70 nas notícias noturnas e que agora não estão acontecendo.”

Johnson, por exemplo, gostaria de mudar isso. “É tipo lutar, lutar e lutar, essa jornada de entender a sexualidade e relacionamento entre as pessoas,” ela diz, acrescentando que ate aquele momento, quando ela estava no Museu do Sexo, ela se pegou perguntando: “Talvez é porquê eu tenha um senso de curiosidade aliada a uma coragem ao redor disso. Eu não me sinto envergonhada ou com medo de perguntar ou questionar mais. Então comecei a aceitar isso.”

Quanto à questão levantada anteriormente por Johnson, sobre se chegámos tão longe, “The Disappearance of Shere Hite” levanta-a sem a resolver.

“Eu acho que é uma questão das pessoas que assistirem a isso,” Johnson diz. “É tipo: ‘aqui estão os fatos. Aqui está a historia. O que você acha? Pois eu acho que chegamos bem longe. E eu acho que também não chegamos, por várias vezes. Assim como estou sentada aqui pensando, ‘como serei criticada pelo que estou dizendo nesta entrevista?’”.
Ela ri, mas o receio é real. E compreensível. Ainda assim, se as mulheres continuarem permitindo que o medo, a ambivalência e protegendo a si mesmas de censurar a verdade, onde está o progresso nisso? “Vamos nos absolver,” Johnson diz brilhantemente. “Nós três neste encontro no Zoom. Vamos nos absolver disso hoje. Podemos deixar isso ir.”
“Isso seria ótimo,” Newnham diz.
“E se alguém vai aguentar a pressão, serei eu.” E com isso, Dakota Johnson saiu da reunião.

Tradução: Equipe DJBR | Fonte



Dakota Johnson gosta de dormir 14 horas por noite. “Não sou funcional se dormir menos de 10. Dormir é minha prioridade número um na vida”.

Dakota Johnson teve sua primeira atuação como estrela em “Cinquenta Tons de Cinza”, o filme erótico de 2015 baseado no romance de E.L. James. Nele, ela interpreta Anastasia Steele, uma estudante universitária que inicia um relacionamento BDSM com um belo bilionário. Agora, Johnson, 34, continua a explorar os meandros da vida sexual das mulheres em “The Disappearance of Shere Hite” do mês passado.

Johnson narra o documentário da IFC Films sobre Hite, uma educadora sexual feminista que ganhou fama na década de 1970 com a publicação de seu livro inovador “The Hite Report”, que compilou resultados de suas pesquisas com milhares de mulheres sobre suas vidas sexuais. Hite acabou recebendo tantas reações dos homens e de alguns críticos que se mudou para a Europa para sair dos holofotes.

Johnson disse que há muito é fascinada por Hite: “Ela era hiperinteligente e eloqüente e apresentou dados quantificáveis que deram uma visão sobre a sexualidade feminina e o orgasmo feminino. E ela foi apagada da história.”

Este mês, Johnson colocou Hite e seu trabalho em “100 Anos de Design e Decência”, a exposição que ela ajudou a organizar no novo Museu do Sexo de Miami por meio de seu papel como co-diretora criativa da marca de bem-estar sexual Maude.

Johnson, filha de Don Johnson e Melanie Griffith (e neta de Tippi Hedren), cresceu em uma família de Hollywood. Atualmente, ela mora em Malibu, Califórnia, com seu parceiro, o vocalista do Coldplay, Chris Martin. Aqui, ela discute por que gosta de tomar banho no meio do dia e o que aprendeu com sua mãe sobre a presença na tela.

A que horas você acorda nas segundas-feiras e qual é a primeira coisa que você faz depois de acordar?
Não tenho um horário regular para acordar. Depende do que está acontecendo na minha vida. Se não estiver trabalhando, se tiver folga na segunda-feira, dormirei o máximo que puder. O sono é minha prioridade número um na vida.

Quantas horas por noite você pretende?
Não sou funcional se dormir menos de 10. Posso facilmente passar 14 horas.

Como você gosta do seu café e café da manhã?
Não gosto muito de tomar café da manhã, mas tomo café o mais rápido que posso. Eu adoro um leite de aveia branco.

O que você faz para se exercitar?
Eu malho cinco dias por semana. Eu faço muito hot ioga, pilates e treinamento com pesos corporais.

Você medita, escreve um diário ou pratica a atenção plena?
Medito todos os dias, duas vezes por dia. Eu faço meditação transcendental. Tenho gostado muito de respiração recentemente e isso tem me ajudado muito com a ansiedade.

Você tem algum hobby ou hábito que seus fãs talvez não conheçam?
Tenho muitas coisas que meus fãs não sabem. Eu gosto disso.

Através de Maude, você foi uma das curadoras da exposição “100 Anos de Design e Decência” no Museu do Sexo de Miami. Qual foi a coisa mais interessante que você aprendeu com a experiência?
O mais interessante e talvez o mais alarmante é como ainda lutamos para falar sobre bem-estar sexual. Estou animada para que esta exposição desperte conversas sobre como abordamos isso.

Você encontrou algum anúncio ou artefato incomum em sua pesquisa?
Honestamente, penso nos vibradores que foram feitos [nas décadas de 1920 e 1930]. Eles são chamados de “cura para tudo” ou são comercializados como um [massageador] de corpo inteiro ou rosto e parecem que foram feitos para funcionar em carros. Eu fico tipo, “Oh, meu Deus, suas pobres vaginas”.

O que você faz para se cuidar?
Entrarei na banheira a qualquer momento, a qualquer hora do dia. Se no meio do dia eu penso: “Oh Deus, o que é este mundo?” Vou entrar na banheira. Acho a água realmente aterradora.

O que você aprendeu com seus pais sobre coisas como presença e confiança na tela?
Ambos são pessoas muito confiantes e muito especiais diante das câmeras. Minha mãe é uma pessoa tão específica. Ela é tão diferente de assistir na tela – ela tem um brilho real nos olhos. Você fica tipo, “O que ela está pensando?” Sempre apreciei o fato de ela não revelar tudo. Então talvez isso – um pouco de mistério.

O que você mesma deve fazer e nunca delegaria?
Tenho que arrumar minhas próprias malas. Eu sei que parece uma coisa realmente ridícula de se dizer, mas viajo muito.

Quais são as tradições de férias suas e de sua família?
Minha família realmente não tem tradições de feriados. Somos meio livres nesse departamento. Somos todos muito bons em não aplicar estresse uns aos outros para aparecermos ou nos comportarmos de uma determinada maneira, o que eu acho muito bom. As férias são estressantes e principalmente com o mundo e o estado em que se encontra, apenas ficar quieto e passar tempo com pessoas que você ama e que fazem você se sentir bem é melhor do que forçar tradições que parecem estressantes.

Você é notoriamente alérgica a limão. Existem outros alimentos que você não suporta?
Oh meu Deus. Há algo que não suporto. É sardinha? Eu acho que é sardinha… [Não,] é endro.

Qual é o seu bem mais precioso?
Meus cachorros. Eu tenho uma mistura de Jack-Russell-terrier-vira-lata. Ele tem 16 anos e eu o tenho desde que ele tinha 10 semanas. E então eu tenho um pastor alemão de cinco anos.

O que você está lendo e assistindo?
Tenho assistido “Os Sopranos”. E tenho lido “The Rabbit Hutch”, de Tess Gunty.

Qual conselho que você recebeu que o orientou?
O ciclo de notícias dura praticamente apenas 24 horas.

Tradução: Equipe DJBR | Fonte



Que Dakota Johnson voltaria em uma nova campanha da Gucci nós já sabíamos. Porém, dessa vez, a atriz volta como o rosto da nova campanha para a bolsa Jackie 1961.

Confira abaixo a entrevista e matéria feitas pela British Vogue e, em seguida, o vídeo e fotos da campanha.


“Eu sempre romantizei a moda dos anos 70,” Dakota Johnson disse para a British Vogue. “As formas, as linhas, as cores e padrões. Mas também a vibe das pessoas usando as roupas.” A racionalidade sensível dessa estrela são evidentes em qualquer das suas aparições nos tapetes vermelhos, desde o incrível retrô da Gucci que ela escolheu para usar no South by Southwest em março passado, ao esplendor da velha Hollywood com seu traje champagne com adorno de penas (também da Gucci) para a festa pós-Oscar daquele mesmo mês.

Quem melhor, naquele momento, que a Dakota para ser a nova cara da nova roupagem da clássica e muito amada bolsa da Gucci, a Jackie 1961? A atriz recebe o manto já usado por variadas donas classe A da bolsa que já tem mais de 60 anos de história – ninguém mais significante, claro, que a super fã, que deu nome ao famoso acessório, Jacqueline Kennedy.

Reconhecível instantaneamente graças ao seu formato de meia-lua e distinto pistão, a bolsa saddle da Gucci se tornou uma firme favorita da ex-primeira-dama nos anos 70, e fotografias de Jackie andando por Manhattan com sua tote de couro a tiracolo rapidamente impulsionou o objeto ao status de ícone.

De uma morena enigmática pra outra, Dakota é a musa moderna ideal para essa mudança contemporânea numa peça favorita da casa. A imagem da campanha, gravada pelo fotógrafo britânico Glen Luchford, imita a linguagem de fotos tiradas por paparazzi que são bastante intrínsecas à cultura moderna de celebridades, mas também documenta o caso de amor da Srª. Kennedy Onassis com a bolsa todos aqueles anos atrás. Ao invés de Jackie segurando seu passaporte ao sair do aeroporto, sua tote embaixo do braço, encontramos Johnson a caminho da ginástica carregando todos os itens essenciais para uma it-girl moderna: tapete de yoga, chaves do carro, garrafa d’água, além de uma nova versão da Jackie 1961 na cor azul cobalto pendurada ao quadril.

Trazer de volta handbags com herança tem provado ser uma estratégia de amplo sucesso para a Gucci nos últimos anos. No verão de 2021, o antigo diretor criativo Alessandro Michele (que confirmou sua saída em novembro, depois de uma mudança no comando da empresa sobre a indústria de temporada), trouxe de volta do arquivo da marca um acessório muito amado: A tote com alças de bambu, a favorita da princesa Diana. Sinônimo do look da falecida Diana nos anos 90, sua era de estilo mais confiante – e influente, Michele transformou a estrutura para o século 21, adicionando cintos de couro em neon que se fecham em volta das alças de bambu, que são a assinatura da bolsa, dando aos clientes a opção de customizar suas bolsas com letras e estrelas.

A evolução da Jackie 1961, no entanto, já conquistou um mix bem eclético de celebridades, desde Cate Blanchet à ídola da geração Z, Amandla Stenberg, Jodie Turner-Smith ao Harry Styles. Esse último update traz três tamanhos diferentes, mini, pequena e média – em variadas cores e acabamentos, do couro natural para patentear para um precioso couro. “A Jackie é uma bolsa perfeita,” diz Dakota, uma fã da Gucci de longa data. “É de um ótimo tamanho e é tão chique.” Se prepare para ver este clássico reinventado em inúmeras fotos em estilos genuinamente de paparazzi este ano.

Tradução: Equipe DJBR | Fonte


CAMPANHAS E PROPAGANDAS > JACKIE 1961 > IMAGENS PROMOCIONAIS

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