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O DJBR teve acesso ao documento Press Notes do filme The Lost Daughter (pt-br: A Filha Perdida) e resolvemos traduzir as partes da Dakota para vocês. Confiram a tradução abaixo:


Maggie Gyllenhaal sobre escalar Dakota Johnson:

Dakota entrou em contato comigo primeiro e nós almoçamos. E nesse almoço, ela não disse nessa exatas palavras, mas ela precisamente disse “Eu quero mergulhar de cabeça.” Tipo, “Quero ir ao fundo do oceano. Você me levaria?” E eu estava, claro. Nós imediatamente mergulhamos da forma mais profunda falando uma com a outra, depois de tipo cinco minutos. Eu amo ela no filme. Eu nunca vi nada como isso. Eu sou tão sortuda que ela me achou porque eu amei a nossa colaboração.

Olivia Colman sobre trabalhar com a Dakota:

Ela é engraçado e tão maravilhosa de se trabalhar junto. Eu queria que tivesse cenas com Jessie, mas obviamente não pude, isso teria sido estranho. Mas ter cenas com a Dakota eram sempre, “Oh Deus, eu vou passar um dia com a Dakota.” Ela é tão engraçada e ela tem uma grande experiência de vida, e Maggie a deixou mostrar isso. E, eu quero dizer, ter essa aparência e ser tão bem com isso? É algo muito revigorante.

Q&A com Dakota Johnson “Nina”

Quem é Nina em A Filha Perdida?

Nina é a mulher que meio que se torna objeto da obsessão e curiosidade da personagem de Olivia Colman. Ela é uma jovem mãe. Ela está meio aflita, se afundando, tendo um momento difícil e sombrio, se sentindo frustrada, confusa, perdida e invisível.

No filme, Nina faz parte dessa família turbulenta, mas se destaca deles por ser mais calada. Quando você leu esse contraste no roteiro, como você descobriu quem era Nina?

Maggie e eu trabalhamos muito juntas em longas ligações de Zoom antes de começarmos a gravar. Nina é tão complexa, ela se casou, se tornou parte desta família e foi importante para mim que você sinta que ela não pertence a esse lugar e deseje que ela encontre seu lugar, mas você sabe que ela nunca fará. Isso é uma coisa bastante destruidora para ela: saber que ela está com vontade de expandir sua mente e crescer, mas sente que não pode.

Há momentos no filme em que sua personagem está claramente esgotada pela maternidade. Como você invoca esse sentimento?

Muitas vezes sinto que não posso mais fazer isso. Tipo, eu acho que esse é um sentimento tão humano. E é raro que você permita que personagens femininos cheguem lá porque existe uma crença ou mentalidade antiquada de que as mulheres devem apenas fazer funcionar, devem descobrir isso, não devem ser muito barulhentas, ou muito zangadas, ou muito sexies, ou muito inteligentes, ou muito estúpidas. É impossível.

Trabalhar com Athena, a garotinha que interpretou minha filha, foi muito interessante porque ela era muito pequena. Normalmente, as crianças são um pouco mais velhas e são escaladas para interpretar a versão mais nova dos personagens, então estão um pouco mais cientes do que está acontecendo.

E ela ficava frequentemente frustrada e fazíamos disso um jogo, onde Maggie era muito boa nisso dizendo a ela “Cubra a boca dela. Não importa o que aconteça, não a deixe falar e puxe seu cabelo”. E acho que ela gostou. Ela estava tipo: “Eu sou uma criança. Eu nunca tenho permissão para puxar cabelo de ninguém e estão me dizendo para fazer isso”. Então isso foi desencadeando por si só, agarrando meu rosto, puxando meus brincos e era difícil. Mas então também senti a necessidade de protegê-la.

Eu não sou mãe, mas tenho uma [necessidade de proteção]. E eu acho que isso acontece com seus irmãos ou com seus amigos. Deve ser tão normalizado, aquele sentimento intenso. É difícil ser humano.

Como foi trabalhar com Maggie como diretora? Eu sei que ela sussurrava em seu ouvido antes das cenas.

Houve uma cena com Olivia em que ela me fez fazer uma tomada inteira em que eu estava apenas rindo histericamente, e não era o que eu teria feito instintivamente. E eu simplesmente achei isso incrível, legal e estranho.

Mas então ela dizia coisas e às vezes eu pensava: “O quê? Devo saber o que diabos isso significa?”, e então ela meio que olhou para mim e disse “Eu não sei. Vamos ver o que acontece”. Ela dizia todas essas coisas realmente intensas e incríveis, e então ficava tipo, “Eu não sei”. Mas ela sabe totalmente o que está fazendo, está em seus olhos.

Paul Mescal disse que todos vocês construíram rapidamente uma ligação e creditou você por ser confortante em sua cena de beijo. A que você credita isso?

Essa cena foi muito engraçada porque era nosso primeiro dia de filmagens e ele tinha que me beijar. Eu simplesmente tive muita empatia por aquele momento, e por mim também. Não é como se eu estivesse superconfortável apenas beijando qualquer pessoa velha. Então, eu apenas contei a ele todos os meus segredos. Eu realmente não falo sobre minhas coisas com as pessoas. E eu simplesmente fiz isso com ele. Acho que nos fez ter uma energia extra especial no filme. E ele é como um irmão para mim agora. Ele é da família.

Sobre o elenco: Dakota Johnson

Dakota Johnson é uma atriz e produtora premiada e indicada ao BAFTA.

Depois de entrar em cena com sua atuação em The Social Network, aclamado pela crítica, de David Fincher e escrito por Aaron Sorkin, Johnson apareceu nas comédias The Five-Year Engagement e 21 Jump Street. Ela então estrelou como Anastasia Steele na franquia de bilhões de dólares da Universal, Fifty Shades of Grey, Fifty Shades Darker e Fifty Shades Freed.

Johnson será vista a seguir estrelando em The Lost Daughter, de Maggie Gyllenhaal, ao lado de Olivia Colman e Paul Mescal. O filme, que deve estrear no Festival Internacional de Cinema de Veneza de 2021 e no Festival de Cinema de Telluride, terá uma exibição limitada no cinema em 17 de dezembro e estreará na Netflix em 31 de dezembro. Johnson encerrou recentemente a produção do filme Am I Ok? de Stephanie Allynne e Tig Notaro, no qual ela estrela e produz; e o drama da Netflix de Carrie Cracknell, Persuasion, baseado no romance de Jane Austen, estrelado por Henry Golding.

Ela foi vista pela última vez em Our Friend ao lado de Casey Affleck e Jason Segel, recebendo ótimas críticas como tendo o desempenho mais impressionante de sua carreira. Ela também estrelou The High Note, da Universal, dirigido por Nisha Ganatra, contracenando com Tracee Ellis Ross e Kelvin Harrison Jr.

Em 2015, Johnson estrelou em dois filmes altamente aclamados: Black Mass de Scott Cooper, contracenando com Johnny Depp, e A Bigger Splash, de Luca Guadagnino, contracenando com Tilda Swinton e Ralph Fiennes, ambos com estreia no Festival de Cinema de Veneza.

Em 2018, ela se reuniu com Guadagnino e Swinton para estrelar a aclamada versão pela crítica de Guadagnino de Suspiria de Dario Argento. Johnson recebeu críticas de admiração por sua atuação da dançarina americana Susie Bannion. Guadagnino e o elenco foram homenageados com o Prêmio Robert Altman no Film Independent 2019 Spirit Awards. Além de seu muito falado trabalho com Guadagnino, Johnson também estrelou no thriller noir de Drew Goddard, Bad Times at the El Royale, ao lado de Jeff Bridges, Jon Hamm e Chris Hemsworth.

Em 2019, Johnson estrelou o longa independente aclamado pela crítica, The Peanut Butter Falcon, ao lado de Shia LaBeouf e Zack Gottsagen. O filme ganhou o Prêmio do Público no SXSW e arrecadou mais de $20 milhões nos Estados Unidos e se tornou o melhor lançamento de plataforma de streaming do ano.

Naquele mesmo ano, a talentosa atriz lançou a TeaTime Pictures, uma empresa de entretenimento independente com sua parceira de produção, Ro Donnelly. Um paraíso criativo e colaborativo com visão de futuro para artistas com ideias semelhantes, TeaTime Pictures assinou vários projetos nos quais Johnson irá estrelar e produzir, incluindo Cha Cha Real Smooth, de Cooper Raiff, que está atualmente em produção e em Daddio, com Christy Hall a bordo para escrever e dirigir, que também é estrelado por Sean Penn.

Johnson é uma filantropa ativa e defensora da campanha She Is Equal do Global Citizen. Ela tem usado sua voz junto com outras pessoas para atingir os líderes mundiais, exigindo que eles invistam fortemente nas mulheres, fornecendo fundos essenciais para a saúde feminina e o planejamento familiar. Johnson também apoia ativamente a Action in Africa, uma organização sem fins lucrativos que se esforça para educar, inspirar e capacitar as pessoas na Uganda, com foco na educação e no desenvolvimento comunitário. Ela lançou o podcast The Left Ear com histórias de agressão, abuso e assédio de sobreviventes em todo o mundo.

Atualmente, é co-diretora de criação e investidora da companhia de bem-estar sexual, Maude, e foi o rosto da marca de luxo italiana Gucci.


Tradução: Equipe Dakota Johnson Brasil

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