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A cineasta Maggie Gyllenhaal e a atriz Dakota Johnson, de “The Lost Daughter”, foram atraídas pelas difíceis, feias verdades – particularmente sobre maternidade – que muito frequentemente são inexploradas em conversas culturais como as que o filme explora.

“Elena Ferrante, que escreveu o livro em que o filme é baseado, ela realmente conta a verdade em todas suas obras, sobre coisas que eu pensava que tínhamos concordado em não falar sobre”, diz Gyllenhaal, que fez sua estreia como diretora no filme e adaptou a peça do livro de Ferrante. Ela dividiu o palco com Johnson, co-ator Peter Sarsgaard (esposo de Gyllenhaal) e editor Affonso Gonçalves. 

“Tem algo inerentemente dramático sobre falar a verdade em geral. Até quando você diz a verdade pra uma criança – e realmente a verdade sobre algo – e você vê seus olhos abrirem”, disse Gyllenhaal. “Então eu penso que foi isso que me motivou. E também porque eram verdades sobre coisas relacionadas à mim e minha experiência como mulher no mundo. Como uma mãe, sim, claro, mas também como uma amante, uma pensadora, uma artista. Foi bom tê-las diretamente expostas.”

Escrito e dirigido por Gyllenhaal, The Lost Daughter é um filme psicológico estreando Olivia Colman como Leda, uma divorciada de meia idade de férias cujo encontro casual com uma mulher e sua filha causa sua viagem a tomar um rumo obscuro, onde ela é forçada a confrontar seu passado. Oliver Jackson-Cohen, Paul Mescal e Ed Harris também estrelam no filme.

Johnson revelou que qualquer trepidação sobre interpretar o papel de uma jovem tendo dificuldades com as responsabilidades de ser mãe foram amenizadas pelo seu entusiasmo em explorar um território tão pouco explorado pelas telas. “O sentimento inicial foi ‘Ah, estou um pouco assustada em interpretar essa mulher, jovem, que está tendo problemas como mãe’, porque essa é tipicamente uma pessoa muito desagradável”, disse Johnson. “Mas é tão normal e é tão honesto, e é uma pessoa que eu reconheço mais do que, sabe, uma mãe jovem que acerta tudo perfeitamente e se sente muito bem sobre isso, e é muito feliz todo o tempo e não desvia disso.”

Johnson também exaltou Gyllenhaal pelo apoio que ela proveu, especialmente durante momentos mais desafiadores. “Tendo Maggie ali, que sabe como é ser uma atriz atuando, me fez sentir tão segura e tão vista e genuinamente amada”, ela disse. “E isso me fez sentir como eu poderia fazer coisas extremas e ainda estar segura. E mesmo na edição, estar segura; e isso é algo que, como um ator, você acaba por ver o filme e pensa ‘não fui isso que eu fiz'”. 

Johnson adicionou: “Foi como ela me oferecer a mão e dizer, ‘venha comigo. Vamos nessa jornada sobre a verdade.’ E isso pode ser muito assustador mas também liberador, e é esse o ponto. E eu estava tipo ‘Sim!'”

Gyllenhaal admitiu que ela teve de confiar nos próprios instintos navegando o material. “Nada foi fácil, pois sou uma iniciante em alguns aspectos disso”, ela disse. “Em alguns aspectos, não – eu fiz muitos filmes, – mas em outros aspectos, sim. Eu acho que uma das coisas em que eu contei como apoio foi minha própria mente inconsciente. É minha primeira vez, então o que eu tenho para continuar além de minha mente e eu mesma?… é meio que eu guiando à mim mesma.”

A Netflix adquiriu os direitos ao filme em Agosto, antes da estreia mundial no Festival de Cinema de Veneza.

Tradução: Equipe DJBR | Fonte

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