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Arquivo de 'Dakota Johnson'



09.06.2018
postado por Anna C e categorizado como Dakota Johnson, Filmes, Notícias, The Sound of Metal

Na quinta-feira, 07 de junho, Darius Marder, diretor de The Sound of Metal, divulgou uma notícia muito triste para os fãs da Dakota: a atriz não faz mais parte do elenco de seu novo filme que tinha planos para ser filmado ainda em 2016. Em sua conta do Twitter, Marder afirmou que a notícia se deu por conta de alguns problemas de incompatibilidade de agenda. Confiram a seguir:

“Meus queridos, obrigado por checar sobre #SoundOfMetal! As gravações começarão nesse verão mas, infelizmente, eu devo informar que Dakota Johnson não vai se juntar a mim. Sem amor perdido, apenas o timing e os misteriosos ritmos do processo criativo. Está tudo nas estrelas. Trocadilho intencional.”

03.04.2018
postado por João Davis e categorizado como Dakota Johnson, Entrevista, Fotos, Photoshoots

A edição de 29 de março da revista Grazi Italia trás Dakota Johnson na capa e uma pequena entrevista onde fala um pouco sobre sua relação com sua amiga Gia Coppola, Luca Guadagnino, entre outros assuntos. Foram liberadas também diversos outtakes. Confira tudo a seguir:

Quando conheceu Gia Coppola pela primeira vez?
DJ:
Acho difícil lembrar, somos amigas desde que éramos jovens. Nós crescemos em Los Angeles, frequentamos os mesmos lugares, redefinimos a atmosfera do cinema graças à nossa família. Essas fotos, no entanto, é uma estreia para nós, é a primeira vez que formamos uma equipe. E devo dizer que foi uma descoberta.

Em que sentido?
DJ:
Fiquei impressionada com a maneira que Gia interpreta e transforma a realidade com sua imaginação. Ela tem uma intensa perspectiva, repleta de nuances e emoções. Gosta de trabalhar em um ambiente informal e envolvente. No entanto, ao mesmo tempo, ela é precisa, eficiente e tem controle de todos os detalhes.

Essas fotos não foram feitas em um estúdio fotográfico comum, frio e asséptico, mas em uma casa da família Coppola. Qual efeito isso teve?
DJ:
Bem, isso também foi emocionante. É a casa do tio de Gia, um ambiente muito especial que encantaria alguns cineastas. Aqui cada parte de mobília, cada eixo do assoalho parece ter uma história, cercar uma memória. E eu sinto que foi um privilégio entrar nesse universo bastante íntimo. Para mim, todos os objetos foram arrumados, pode-se ver que eles foram escolhidos ao longo do tempo com grande paixão.

Há três anos, em Pantelleria, dentre outras coisas em outro lugar magnífico, você gravou A Bigger Splash, dirigido por Luca Guadagnino. E, logo mais, a veremos como protagonista de Suspiria, trabalho do mesmo diretor. Você ficou decepcionada que no último Oscar o filme dele, Call Me By Your Name, ganhou apenas o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado?
DJ:
Eu gosto muito dele e me considero sortuda por ter compartilhado muitas experiências com um profissional como Luca. Gostamos de nos comparar e testar um ao outro. Realmente espero que não percamos as oportunidades de continuar colaborando. Também porque ao lado dele tenho a impressão de crescer e amadurecer, não só como atriz, mas também como pessoa.

O que você quer dizer?
DJ:
No set de Suspiria, por exemplo, foi um desafio importante para mim. Sempre que estávamos filmando uma cena, eu me sentia sobrecarregada pelas emoções. Certamente foi uma experiência estressante, mas também gratificante para uma atriz como eu.

Com Guardagnino, você conheceu a Itália. Primeiro Pantelleria, depois Varese, onde várias cenas de Suspiria foram gravadas. Qual opinião você tem do nosso país?
DJ:
Eu sinto que tenho um jeito italiano de ver as coisas. E tenho que agradecer a Luca por isto. Eu não teria sido capaz de descobrir e entender nada sobre esse país sem a ajuda dele e as pessoas incríveis que ele me apresentou. Hoje, elas se tornaram meus amigos.

Sobre limites importantes. Você apoiou ativamente sua melhor amiga, Sarah Nininger, que hoje lidera a organização sem fins lucrativos Action in Africa.
DJ:
De fato, nas minhas primeiras férias, decidi juntar-me a ela em Uganda, onde ela está realizando um projeto para crianças em dificuldade e com deficiência.

Há quatro anos, você salvou 12 cavalos do matadouro. Quão importante é um compromisso desse para uma atriz como você?
DJ:
Minha avó [a atriz Tippi Hedren] transmitiu a importância de estar à frente de muitas batalhas. Estou atenta às questões que envolvem os direitos de pessoas e animais, mas isso não me parece incomum. Eu simplesmente uso minha posição para ajudar aqueles que sofrem ou aqueles que precisam.

Por que você decidiu atuar? Foi uma forma de se realizar um pouco nessa jornada da sua família?
DJ:
Você quer a verdade? Eu não acho que consigo fazer mais nada. Comecei a atuar porque cresci rodeada de atores, vivi minha infância brincando em sets de filmagens, correndo entre as pernas de cineastas e diretores. O cinema sempre foi o que eu queria, o mundo que mais me fascinava. De certo modo, me considero feliz por não ter outra escolha.

O quanto você sentiu que sua carreira mudou desde que começou?
DJ:
Muito, muito mesmo. Tive que aprender a me sentir divertida. Sempre penso que para ser bem sucedida em qualquer trabalho, os obstáculos devem ser superados e forçados a continuamente me desafiar. Mas, no final, você sempre faz alguma coisa.

Em entrevistas, você nunca escapa dessas perguntas. Qual o efeito para você ter dois pais famosos e como conseguiu gravar as cenas de sexo em Cinquenta Tons? Você não acha que chegou a hora de virar a página?
DJ:
É claro que chegou. Mas, eu não penso, por esta razão, que o passado é um fardo pesado para mim. Sou grata pelas oportunidades que tive e pelas experiências positivas que tenho passado, tanto quanto estou curiosa e animada para descobrir o meu futuro.

Na sua opinião, a autoconfiança é algo que alguém nasce tendo ou é construído ao longo do tempo?
DJ:
É algo que tem a ver com a capacidade de sair da zona de conforto para lidar com situações difíceis que muitas vezes são uma grande fonte de ansiedade. Eu oscilo muito entre estas duas dimensões. Mas, aprendi que, são duas realidades que podem ser vividas juntas. Tenho confiança suficiente em mim para saber que, mesmo que às vezes eu me sinta insuficiente, nenhuma situação difícil me matará e eu posso encontrar algo de bom e positivo mesmo em um desastre.

Tradução: João Guilherme e Laura M.

27.03.2018
postado por Laura Melo e categorizado como Dakota Johnson, Entrevista, Fotos, Photoshoots

Na nova edição da revista norte-americana ELLE, contém uma breve entrevista de Dakota falando sobre a nova fragrância da Gucci, chamada “Gucci Bloom: Acqua di Fiori”, sua família e próximos projetos. Além disso, foram liberados dois outtakes promocionais da campanha. Confira tudo à seguir:

O Plaza Hotel de Manhattan, em 1992: Dakota Johnson, de três anos de idade, é acordada à noite pelo casal do momento, seus pais, Melanie Griffith e Don Johnson, voltando para casa de uma festa–Griffith ainda com seu casaco de pele marrom, suas mãos congelando. “O cheiro dela era de neve, seu perfume e cigarros,” Dakota se lembra agora, envolta em um roupão branco macio e segurando um copo de chá. Ela fecha os olhos. “Me lembro disso como se fosse ontem.”

A memória de Johnson para aromas sempre foi um ponto forte. “Eu acho que meu olfato está realmente no ponto,” ela diz. Como o rosto da Gucci Bloom, ela traz uma certa fisicalidade etérea para a natureza intangível do cheiro: Veja-a mergulhar, de vestido, em um lago pitoresco ao lado da modelo/atriz Hari Nef e artista Petra Collins na propaganda romântica da fragrância. Ela saúda a nova “Gucci Bloom: Acqua di Fiori”, com uma diferença verde da fragrância original que será lançada nesse mês, como uma “arte usável”, inventada pelo diretor criativo da Gucci, Alessandro Michele e o perfumista Alberto Morillas. “Há algo misterioso e de-outro-mundo sobre perfumes,” ela diz. “Eles podem realmente criar uma atmosfera. E fazer de você uma atmosfera não é uma coisa linda?”

Nem todas as histórias de beleza de Johnson conjuram imagens tão lindas. Ela credita seu hábito de usar óleo de coco às filmagens do remake do filme de terror italiano do diretor Dario Argento, Suspiria. “Nós estávamos em um hotel abandonado no topo de uma montanha. Havia 30 postes de telefone no telhado, então tinha eletricidade pulsando pelo prédio, e todos estavam dando choque no outro,” ela diz. “Estava frio para caramba, e muito seco. A única coisa que ajudou foi me banhar de óleo toda noite. Agora eu viciei.” Ela também é devota de usar o sublingual Care By Design de conta-gotas para conseguir dormir durante viagens (“Eu tento me apagar em aviões; se eu não faço isso meu mundo inteiro cai”) e um novo hidratante biotecnológico desenvolvido pelo cientista de células tronco alemão e amigo da família, Augustinus Bader.

O DNA A-list de Johnson pode ser detectado em tudo desde sua voz suave e clara como um sino (obrigada, mãe), o nobre ângulo de sua mandíbula (que vem da heroína de Hitchcock, sua avó, Tippi Hedren) até a mistura sofisticada de coragem e vulnerabilidade que ela traz aos seus personagens. “Estou muito ciente de que venho de uma família especial,” ela diz. “Tenho muita sorte de ter essas duas mulheres como minhas matriarcas. Não preciso olhar em outro lugar para achar orientação e inspiração.”

Com a franquia de Cinquenta Tons para trás, e Suspiria“que, sem mentiras, me fodeu tanto que precisei de fazer terapia,”–finalizado, Johnson está focando em sua própria companhia de produção. “Já aceitei o fato de que os projetos nos quais quero trabalhar não existem, então terei que criá-los para mim mesma,” ela diz. “Me sinto incrivelmente grata por estar em uma posição capaz de fazer isso.” Ela arrasou em psicodrama (A Bigger Splash, em 2015), comédia (How to be Single, em 2016) e aventura (The Peanut Butter Falcon, que ainda não estreou), e ainda assim, ela diz, “há muito mais experiências a se ter. É muito bom ainda estar aprendendo sobre as coisas que amo.”

Quanto ao nariz hiper astuto? Johnson acha que isso poderia funcionar para um papel algum dia, também. “Talvez haverá uma personagem que curte muito óleos,” ela ri. “Eu poderia fazer algo com isso.”

SCANS > 2018 > ELLE US

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Tradução: Laura M.

04.03.2018
postado por Anna C e categorizado como Dakota Johnson, Fotos, Galeria

Hoje, 04 de março, Stella Banderas, meia irmã de Dakota, utilizou a sua conta do Instagram para compartilhar em seu stories uma foto de Dakota. Você pode conferi-la em nossa galeria clicando em uma das miniaturas a seguir:

15.02.2018

Dentre muitas entrevistas novas sendo liberadas, a revista Marie Claire também publicou sua conversa com Dakota Johnson, em que ela fala sobre seu novo filme, Cinquenta Tons de Liberdade, gravar cenas íntimas e muito mais. Confira o papo da atriz com a revista na íntegra à seguir:

Dakota Johnson acabou de completar seu trabalho como Anastasia Steele no filme incrivelmente erótico/hilário, Cinquenta Tons de Liberdade—um filme que viu Ana e Christian darem um tempo ao Quarto Vermelho para se casarem, engravidarem e lidarem com um antigo editor sinistro chamado Hyde que está fazendo de tudo para matar todo mundo enquanto simultaneamente é incrivelmente extra.

Mas, não se preocupem, ainda há muitas cenas de sexo apaixonadas para vocês. Como resultado, Johnson passou um bom tempo navegando pelos momentos mais intensamente íntimos da saga (três palavras: sorvete sendo preliminar). Aqui, a atriz conversa com a MarieClaire.com sobre qual cena foi a mais difícil de gravar, a parte menos sexy de fazer esse filme, tomar doses com Jamie Dornan e tendo uma tanga colada em seu corpo. Sim, de verdade.

Sim, há um específico cronograma para as gravações das cenas de sexo:
“Se pudéssemos fazer todas as cenas de sexo em um dia mais ou menos, isso iria de verdade para o Guinness Book of World Records. Muitas delas dependiam das localizações, e pelo fato da gente ter gravado o segundo e terceiro filmes simultaneamente, as cenas de sexo estavam meio que agrupadas juntas, em sua grande parte. E algumas delas não estavam inclusas nessas duas semanas de gravações.”

Aquela intensa cena com as algemas no Quarto Vermelho (vocês sabem qual) foi incrivelmente difícil:
“A mais difícil de todas—acho que dos três filmes—foi uma cena de sexo do terceiro filme onde eu estava algemada com meus braços e pernas na porta suspensa. É tipo uma cerca que é abaixada. E eu estava vendada. Foi meio chocante, porque eu não havia percebido que não importava o quão preparada eu estava, quando seus sentidos são tirados de você dessa forma, você não consegue controlar a forma que seu sistema nervoso reage. Então foi bem complicado fazer aquela cena. Foi difícil.”

Eles tomam doses antes das cenas de sexo, o que é compreensível:
“A maior parte da [nossa preparação] é realmente descobrir exatamente como vamos realizar aquela cena antes—para que não haja muita espera enquanto estamos ambos vulneráveis. Mas, se algo for muito, muito difícil, às vezes é necessário tomar uma dose de algo forte antes.”

Fazer essas cenas nunca se torna menos embaraçoso:
“Não, nunca é fácil. Não é casual e não é divertido. Nunca ficou fácil.”

Hum, ela teve uma tanga colada ao seu corpo:
“Ah sim, a bolsinha do Jamie. É super não glamourosa—realmente o oposto de sexy. Ele usou aquilo, e eu tinha essas tangas sem alça que tinham cola nelas. Não é cola, mas é pegajoso. Elas são, tipo, basicamente um adesivo de mamilo, só que no formato de uma calcinha. Mas só é pegajoso em cima, não é pegajoso em tudo. Essa tonga também ficava saindo porque o adesivo ficava gasto, então eles passavam supercola no meu corpo para que não caísse. E eu usava duas delas. Não é doloroso, quer dizer, não é quase nada. Mas eu acho que você tem uma pequena sensação de estar coberta. É bizarro para car*lho.”

Gente, eles trabalharam com um “orientador sexual” então nunca diga que esse filme não foi bem ensaiado:
“Em grande parte, Jamie teve um orientador que estava no set do primeiro filme, nem tanto para o segundo. Então, nós tínhamos apenas pessoas que se especializaram em saber como as coisas funcionavam, tipo como usar certas ferramentas e brinquedos. Há um certo método. É muito complexo e os detalhes são muito importantes. As regras também são. Não queríamos fazer um filme sobre algo que não havíamos pesquisado profundamente. Então, para realmente honrar a comunidade BDSM, fizemos isso do jeito certo.”

Fonte | Tradução: Laura M.